PATROCINADOR MASTER
25 de janeiro de 2018
NACIONAL: A DEPUTADA FEDERAL CRISTIANE BRASIL(PTB-RJ) QUER ENTRAR NO CÉU A FORÇA.CONFIRA
24 de janeiro de 2018
URGENTE: MAIS UM HELICÓPTERO DE UMA EMISSORA DE TV CAIU NESSA TARDE(24).CONFIRA
Colaborador:EDVALDO.

5 de outubro de 2017
NOTÍCIA NACIONAL:MAIS UM GRADE NOME DA CORRUPÇÃO DO BRASIL FOI PRESO HOJE .CONFIRA .
A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (5) o presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Carlos Arthur Nuzman 75, e Leonardo Gryner, seu braço direito no comitê organizador da Rio-16. Os dois são suspeitos de atuarem nacompra de votospara a escolha da cidade para sediar os Jogos Olímpicos.
A operação é um desdobramento da Operação "Unfair Play", que investiga a compra do voto dosenegalês Lamine Diackpor US$ 2 milhões. O empresário Arthur César Soares de Menezes, foragido há um mês, foi o responsável por pagar a quantia semanas antes da escolha, em outubro de 2009, em Copenhague, de acordo com as investigações.Nuzman é investigado sob suspeita de ter feito a "ponte" entre o esquema de corrupção do governo Sérgio Cabral (PMDB) e os membros do COI.
A propina ao senegalês foi debitada, segundo a Procuradoria, da devida empresário Menezes Soares, o "Rei Arthur", ao peemedebista. O empresário obteve mais de R$ 3 bilhões em contratos com o Estado. Gryner admitiu em depoimento ao Ministério Público que encontrou com Soares e discutiu com ele o patrocínio de eventos da IAAF, entidade comandada por Lamine Diack. A reunião foi intermediada por Cabral, afirmou o executivo em depoimento.
Na história dos Jogos, Nuzman foi o único presidente do comitê organizador a acumular o cargo de mandatário do comitêolímpico do país-sede.Após a deflagração da Unfair Play, a Procuradoria identificou cinco e-mails nos quais Papa Massata Diack, filho de LamineDiack, cobrava transferências de recursos, cuja origem não era identificada."Nós estamos na sexta feira, 11 de dezembro de 2009, e meu banco Societe General de Senegal ainda não recebeu nenhuma transferência de sua parte.
Eu tentei falar com Leonardo Gryner diversas vezes mas não houve resposta. Você poderia verificar com ele se ele pode confirmar 100% que as transferências foram feitas a meus endereços em Dacar ou em Moscou", escreveu Papa Diack, em dezembro de 2009.O Ministério Público Federal afirma que as mensagens indicam que "os pagamentos não se limitaram a US$ 2 milhões [pagos em setembro], tendo havido pagamentos subsequentes".
Em outra mensagem, o filho do dirigente senegalês afirma que o atraso no pagamento gerou "de nosso lado todo tipo de constrangimento de pessoas que confiaram no nosso comprometimento emCopenhague".A Procuradoria afirma ter provas de pagamento de propina apenas a Lamine Diack. Contudo, a procuradora Fabiana Schneider afirmou que o senegalês tinha ascendência sobre outros dirigentes africanos, o que poderia determinar o voto de mais membros do COI.
Em 26 de novembro de 2009, Gryner havia enviado um e-mail para Massata Diack afirmando que "como eu disse a você em Copenhague, nós temos um patrocinador diferente para essa última porção"."Esse patrocinador está tendo problemas com essa transferência e estamos tentando ajudar ele", escreveu Gryner.Há um mês,a defesa de Nuzman afirmouque "toda a jornada da Olimpíada do Rio, da candidatura à cerimônia de encerramento, foi conduzida dentro da lei"
Fonte:Folha de São Paulo .
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18 de outubro de 2016
NOTÍCIA: MAIS UM ABSURDO DO GOVERNO DE MICHEL TEMER. CONFIRA.
A Advogacia-geral da União (AGU) pediu ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão do andamento de todos os processos e decisões judiciais sobre a outorga e a renovação de concessões de rádio e televisão a empresas que tenham parlamentares como sócios até o julgamento do tema pelo Supremo.Em dezembro do ano passado, o Psol ajuizou no STF uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental(ADPF), pedindo que o Supremo declare a concessão para políticos inconstitucional.Em maio, a AGU já havia solicitado a rejeição da ação do PSOL.O pedido foi feito em nome do presidente Michel Temer e enviado pela advogada-geral, Grace Mendonça. Com as manifestações da AGU e da Procuradoria-Geral da República, cabe agora ao relator da ação, ministro Gilmar Mendes, pedir data para o julgamento do tema pelo plenário à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.
Fonte:Wallace.
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