A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária das contas de energia será verde em novembro de 2026 no Rio Grande do Norte e nos demais estados atendidos pelo Sistema Interligado Nacional. Com isso, não haverá cobrança adicional na tarifa.
🔎 A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada nas contas de luz.
Segundo a Aneel, o aumento do volume de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas contribuiu para equilibrar os reservatórios. Com isso, não será necessário ampliar o acionamento de usinas termelétricas, que têm custo de geração mais elevado.
A bandeira verde também esteve em vigor em outubro. Antes disso, o país passou cinco meses consecutivos com bandeira amarela, entre maio e setembro de 2026.
Como funciona o sistema de cores:
💡 O sistema de bandeiras da Aneel sinaliza as condições de geração de energia elétrica no país. Quando há pouca chuva e os reservatórios das hidrelétricas ficam em níveis mais baixos, pode ser necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo de produção mais alto.
💡 Para compensar esses custos, a Aneel pode acionar as bandeiras amarela, vermelha patamar 1 ou vermelha patamar 2. Cada uma representa uma cobrança adicional na conta de luz, proporcional ao consumo de energia.
Saiba quanto custa cada bandeira
Cada bandeira tarifária pode gerar um custo extra ao consumidor. Os valores adicionais vigentes são:
🟩 Bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
🟨 Bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100 kWh);
🟥 Bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);
🟥 Bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).
G1-RN
