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segunda-feira, 1 de novembro de 2021

BLOG JS - FALA SÉRIO! A presidente da Comissão, deputada estadual Andréia de Jesus (PSOL), se manifestou nas redes sociais para cobrar apurações sobre a morte de 26 suspeitos de assalto a Bancos. Confira

A operação policial que terminou com 26 mortes em, Varginha, no Sul de Minas, na madrugada deste domingo (31), deverá ser alvo de investigação da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A presidente da Comissão, deputada estadual Andréia de Jesus (PSOL), se manifestou nas redes sociais para cobrar apurações sobre o que aconteceu na cidade mineira.

O confronto com os criminosos foi uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com a Polícia Militar. Os militares teriam sido recebidos a tiros pelos criminosos, e o combate resultou na morte de 26 homens, todos envolvidos com o caso, divididos em dois sítios na região de Varginha. 

Foram apreendidos diversos itens que compõem um verdadeiro arsenal. Pistolas, espingardas, munições, fuzis e galões se combustível são alguns dos materias que o grupo portava. A ação policial foi muito elogiada pelo governador Romeu Zema, que ressaltou a inteligência e integração dos militares para impedir os criminosos.

Para a deputada Andreia de Jesus, o episódio foi classificado como "muito triste". Pelas redes sociais, ela prestou solidariedade com os moradores de Varginha e demais pessoas afetadas pela operação, e prometeu investigação do caso pela Comissão de Direitos Humanos da ALMG.

OAB vai acompanhar o caso

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Minas, também deverá acompanhar as investigações no estado. O presidente da comissão, Rômulo Ferraz, reafirmou a confiança na Polícia Judiciária, e defendeu a capacidade técnica de apuração do caso "que de fato traz repercussão grande pelo número de mortes".

A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar os fatos, e o processo será analisado pela Comarca de Varginha. Também devem acompanhar as investigações o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e o Ministério Público.

Fonte: Itatiaia 

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