PF cita provas contra presidente afastado do Ibama e fortes suspeitas sobre Ricardo Salles
A Polícia Federal (PF) afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vê "fortes indícios" de que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, esteja envolvido em um "grave esquema de facilitação ao contrabando de produtos florestais".
A afirmação consta do pedido da PF que desencadeou a Operação Akuanduba, deflagrada no último dia 9 e que teve entre os alvos Ricardo Salles e Eduardo Bim, presidente Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A operação investiga exportação ilegal de madeira.Segundo a PF, desde 2019, houve operações financeiras suspeitas no escritório de advocacia do qual Salles é sócio. Por isso, os agentes investigam se o ministro do Meio Ambiente cometeu os crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Quando a operação foi deflagrada, Salles chamou a ação de "exagerada" e negou envolvimento em exportação ilegal de madeira.
"Vou fazer aqui uma manifestação de surpresa com essa operação, que eu entendo exagerada, desnecessária. Até porque todos, não só o ministro, como todos os demais que foram citados e foram incluídos nessa investigação estiveram sempre à disposição para esclarecer quaisquer questões. O Ministério do Meio Ambiente ,desde o início da gestão, atua sempre com bom senso, respeito às leis, respeito ao devido processo legal", disse Salles na ocasião.
G1
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