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sexta-feira, 5 de março de 2021

BLOG JS - NÃO É PIADA! O ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo disse a norte-americanos que sistema de saúde no Brasil está 'suportando bem' crise da Covid. Confira

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou nesta sexta-feira (5) a uma audiência de membros do Conselho das Américas que, apesar da falta de UTIs em "alguns estados", o sistema de saúde do Brasil tem conseguido lidar bem com a pandemia de Covid-19.

O Conselho da Américas é uma organização empresarial fundada em 1963 pelo bilionário David Rockfeller que reúne representantes de investidores privados norte-americanos no continente. O evento virtual, intitulado “Brazil-U.S. Relations: A Conversation with Ernesto Araújo”, era direcionado a membros da entidade, mas aberto ao público em geral. O embaixador do Brasil em Washington, Nestor Forster Jr., fez a abertura.

Araújo deu a declaração sobre o sistema de saúde ao ser questionado sobre as ações do governo Bolsonaro no enfrentamento à doença.

"O sistema de saúde está, claro, sob estresse, mas está conseguindo suportar bem. Tem falta de UTI em alguns estados, mas, no geral, o sistema está suportando bem", disse o ministro.

O Brasil vem batendo recordes diários de mortes, na última semana, com o agravamento da crise sanitária. Há seis dias seguidos, a média móvel (calculada sobre os últimos 14 dias) registrada se torna a maior desde o início da pandemia.

Em carta divulgada nesta quinta, governadores de 14 estados informaram que as redes de saúde locais estão "no limite" e que a vacinação em massa "é a alternativa que se afigura como a mais recomendável, e, provavelmente, a única capaz de deter a pandemia". A ocupação dos leitos de UTI chegou a 100% em diversos centros urbanos de todas as regiões do país, do Rio Grande do Sul a Rondônia.

O chanceler disse acreditar que as pessoas querem ser vacinadas, mas também querem voltar ao trabalho.

Segundo Araújo, há "forte pressão popular" contra os lockdowns impostos por governos locais — os estados estão sendo obrigados a adotar medidas de restrição devido à rápida expansão da contaminação e à superlotação dos hospitais.

O ministro reconheceu, no entanto, que a situação só deve melhorar na medida em que a vacinação progredir no país.

"O sentimento na população é que nós precisamos voltar ao trabalho. Então, tão logo tenhamos uma decente... nós já temos isso, mas, quando a vacinação estiver mostrando que está fazendo os casos caírem, as coisas vão melhorar, tenho certeza, em algumas semanas", afirmou.

O ministro afirmou que a vacinação no Brasil está avançando e que, embora esteja atrás dos Estados Unidos e Israel, está comparativamente à frente de países europeus.

“A vacinação está ganhando velocidade. Claro que gostaríamos que estivesse muito mais rápida. Está devagar em comparação aos Estados Unidos ou Israel, mas, em comparação à Europa, não está tão devagar. Os países europeus estão com um pouco mais de 5% da população total vacinada. No Brasil, estamos em torno de 4%, com todos os desafios logísticos que temos. Mas os números [de vacinados] vão subir, temos certeza, nas próximas semanas, com a vacinação”.

Araújo disse ainda que o governo está lidando com a questão da Covid de forma "tremendamente séria" e que ele espera que, em duas ou três semanas, o número de casos no país caia. O chanceler não informou dados que respaldem essa "expectativa".

“Estamos encarando [a situação] de forma tremendamente séria em relação ao número de casos e de mortes que tão tragicamente subiu. Mas aparentemente, é normal depois do início de uma forte vacinação que os casos subam no país e caiam abruptamente. Nós devemos estar a duas ou três semanas desse ponto, se considerarmos a mesma curva em outros países onde os casos começaram a cair”, afirmou.

Discurso do governo
Nos últimos dias, diferentes membros do governo vêm dando declarações contraditórias, entre si, sobre os rumos da pandemia e da vacinação no país.

Assim como Araújo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta quinta a importância de agilizar a vacinação para que o país possa voltar as atividades econômicas.

"Nós precisamos de saúde, emprego e renda. Primeiro, a saúde. Sem saúde, não há economia. E, da mesma forma, a vacinação em massa é o que vai nos permitir manter a economia em funcionamento", afirma Guedes em vídeo divulgado.

Horas antes, também na quinta, o presidente Jair Bolsonaro declarou em Uberlândia (MG): "Tem idiota que a gente vê nas redes sociais, na imprensa, [dizendo] 'vai comprar vacina'. Só se for na casa da tua mãe. Não tem [vacina] para vender no mundo."

Em seguida, durante outro evento em Goiás, Bolsonaro disse que é preciso "enfrentar os problemas", acrescentando: "Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?".

G1

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