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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

LIQUIDIFICADOR E ARMA DE FOGO: Essa foi a comparação feita em relação ao grau de perigo dos dois objetos para uma criança. Confira

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comparou nesta terça-feira uma arma de fogo e um liquidificador em relação ao grau de perigo dos dois objetos para uma criança. 

O comentário foi feito em uma conversa com jornalistas após a cerimônia em que o decreto que flexibilizou a posse de armas no país foi assinado pelo presidente JairBolsonaro.

Ao ser indagado sobre como seria a fiscalização dos cofres em que as armas devem ser guardadas — exigência da nova legislação para residências com crianças, adolescentes e deficientes mentais — o ministro ressaltou o cuidado "redobrado" que deveria ser tomado e usou como exemplo um acidente doméstico com um liquidificador. 

Segundo ele, os riscos da criança ter acesso à arma são resolvidos com "educação e orientação".— Quem tem criança pequena, adolescentes ou pessoas com deficiência mental tem que ter um cuidado redobrado com arma.

Às vezes a gente vê criança pequena que coloca o dedo no liquidificador, liga o liquidificador, vai lá e perde o dedinho. E daí, nós vamos proibir o liquidificador? É uma questão de educação e de orientação. 

Nós colocamos isso (no texto do decreto) para mais uma vez alertar e proteger as crianças e os adolescentes — afirmou o ministro Onyx.A existência ou não de um cofre, de acordo com ele, será declarada pelo próprio requerente da posse:— O cidadão vai declarar. Se ele disser que tem cofre, tem cofre. 

Se ele disser que tem um compartimento com tranca, está valendo — explicou.No final de dezembro, um dia após Bolsonaro anunciar que assinaria o decreto sobre posse de armas, outro ministro, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, comparou a posse de arma de fogo com a de um carro. 

Na ocasião, ele defendeu que os dois teriam grau de letalidade parecidos e nem por isso se proibia o uso de carros.Válido em todo o país

NENHUM ESTADO BRASILEIRO FICARÁ DE FORA:
Em entrevista à GloboNews após a assinatura do decreto, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o governo usou como base para estabelecer critérios do decreto os dados sobre homicídios relativos a 2016, a fim de não deixar nenhum estado de fora da abrangência das novas regras.

"É para valer para o país inteiro. Quando nós estávamos fazendo o estudo, isso de alguma forma vazou. E havia uma preocupação de que algum estado brasileiro – São Paulo principalmente, Santa Catarina é outro estado – pudessem estar abaixo desse critério. 

Então, nós tomamos as medidas de fazer o congelamento nos dados de 2016, expressos no Atlas de 2018, exatamente para que nenhum cidadão, conforme foi o desejo expresso pela sociedade brasileira em 2005, querendo exercer o direito, exercer", disse o ministro.

O Globo 
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POR:JS 

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