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10 de set. de 2026

𝗕𝗹𝗼𝗴 𝗝𝗦 𝗡𝗲𝘄𝘀 | Dino derruba sigilo de ação da PF no caso Dark Horse, filme sobre Bolsonaro

A investigação sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), passou a ser pública nesta quinta-feira (10), após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino retirar o sigilo da ação.

A decisão ocorreu no mesmo dia em que a Polícia Federal deflagrou a Operação Make Up para apurar suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares. Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e a produtora Karina Gama, dona da Go Up Entertainment.

Ao todo, foram expedidos 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. Não houve mandados de prisão.

Segundo a PF, uma organização formada por agentes públicos e privados teria direcionado recursos para empresas subcontratadas irregularmente, sem comprovação da prestação dos serviços. As investigações apuram suspeitas de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

O roteiro de “Dark Horse” é assinado por Mario Frias, que destinou R$ 2 milhões em emendas para uma entidade ligada à produtora. A PF investiga se parte desses recursos foi desviada para a produção do filme.

A investigação também apura o financiamento do longa pelo ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. Mais de 90% do orçamento do filme teria sido bancado por recursos ligados ao banqueiro, enviados por meio de um fundo nos Estados Unidos.

Em agosto, Dino já havia autorizado o compartilhamento com a PF de dados apreendidos em uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra empresas ligadas a Karina Gama. O material passou a integrar as investigações sobre possíveis desvios de recursos públicos.

A defesa de Mario Frias nega irregularidades e já afirmou que a hipótese de triangulação de emendas para financiar o filme é “puramente especulativa”.

Com informações de Estadão Conteúdo

𝗕𝗹𝗼𝗴 𝗝𝗦 𝗡𝗲𝘄𝘀 | ELEIÇÕES 2026: Pesquisa aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no 2º turno

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (10) aponta igualdade entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno na disputa ao Palácio do Planalto.

Flávio tem 47% e Lula, 45%. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há empate técnico entre os dois.

Em comparação ao último levantamento, Flávio oscilou dois pontos percentuais para cima e Lula, um.

Augusto Cury
O instituto também testou o desempenho do atual presidente contra Augusto Cury (Avante).

Cury tem 44% e Lula, 43%. Eles também estão em empáte técnico. Os votos brancos e nulos são 11%, e os indecisos, 2%.

Já contra Flávio, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem 43% e o escritor, 36%. Brancos e nulos ficam em 20%. Os que não sabem somam 2%.

Metodologia
Foram ouvidas 3.000 pessoas em 623 municipios nas 27 unidades da Federação entre os dias 6 e 9 de setembro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04914/2026.

Fonte: CNN Brasil

𝗕𝗹𝗼𝗴 𝗝𝗦 𝗡𝗲𝘄𝘀 | URGENTE! Mario Frias é alvo em ação sobre financiamento de Dark Horse

A PF (Polícia Federal) cumpre neste momento 49 mandados de busca e apreensão contra nomes ligados ao financiamento do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Karina Gama, da produtora responsável pela produção do filme, e o deputado Mário Frias são alvos.

A operação, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), apura suposto desvio de emendas parlamentares repassadas a organização da sociedade civil.

Os mandados da operação Make Up, realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), estão sendo cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal.

Segundo a PF, as investigações apontam a existência de uma "organização criminosa formada por agentes públicos e privados", que é suspeita de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados.

De acordo com a corporação, levantamentos financeiros identificaram movimentação de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado. A operação investiga crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

CNN Brasil